Por Marcelo Reis
Justificar-se se tornou um vício para muitos. Não conseguem ou não
aprenderam a assumir a responsabilidade por suas vidas ou pelas
circunstâncias em que eles foram responsáveis. É claro que isto é muito
antigo. Desde o Éden homem e mulher se justificaram quando foram
confrontados. Deus comunicou a ambos que não deveriam comer da árvore do
conhecimento do bem e do mal, mas não os amarrou ou colocou uma cerca
de espinhos ao redor da árvore. Alí estava a árvore, e Eva, provocada e
tentada pela orientação proibitiva, não conseguia pensar em mais nada
além do porque não comer daquela árvore. Seus pensamentos se tornaram
compulsivos e a serpente ajudou a fortalecer aquele tipo de mentalidade.
Com a provocação, Eva, que já estava disposta a quebrar regras, pegou
do fruto da árvore e o comeu. Havia uma grande quantidade de árvores
frutíferas no jardim, mas ela queria aquela que era proibida. Comeu, se
justificou e deu a Adão, que acabou cedendo. Com Deus Adão falou que era
culpa da mulher que Deus havia criado para ele, ou seja, culpou a Deus e
a mulher por sua desobediência. A mulher por sua vez, culpou a
serpente. A serpente fugiu. Ninguém assumiu a responsabilidade. Até os
dias atuais quanta gente fazendo o mesmo. O grande problema é que com
isto, que realmente é uma estratégia do maligno, as pessoas não crescem e
não mudam, pois não se sentem responsáveis, colocando o seu insucesso
nas costas de outras pessoas ou de Deus. Enquanto você agir assim,
somente terá a vida que merece. Ouse assumir a responsabilidade por seus
atos e terá uma vida mais verdadeira e produtiva.
PENSE NISTO!
BEM - VINDO
Bem - vindo ao Seja como orvalho em terra seca, que você meu amigo possa ser edificado com cada mensagem posta aqui!
Deus te abençoe!
Deus te abençoe!
sábado, 2 de fevereiro de 2019
🅽ã🅾 🅲🅾🅻🅾🆀🆄🅴 🅰 🆁🅴🆂🅿🅾🅽🆂🅰🅱🅸🅻🅸🅳🅰🅳🅴 🅳🅴 🆂🅴🆄 🆂🆄🅲🅴🆂🆂🅾 🅾🆄 🅵🆁🅰🅲🅰🆂🆂🅾 🅽🅰🆂 🅲🅾🆂🆃🅰🆂 🅳🅾🆂 🅾🆄🆃🆁🅾🆂.
Havia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados. Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições. Todos viviam ali, sem expectativa de futuro e sempre reclamando da vida, do salário, do patrão, das impossibilidades e do destino cruel.
Todos que viviam ali trabalhavam na roça do Seu João, um homem rico e poderoso, que, dono de muitas terras, exigia que todos trabalhassem duro, pagando muito pouco por isso.
Um dia, chegou ali um novo empregado, cujo apelido era Zé Alegria. Era um jovem agricultor em busca de trabalho. Recebeu, como todos, uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali. Em nenhum momento reclamou do salário ou do patrão.
O jovem vendo aquela casa suja e largada, resolveu dar-lhe vida nova. Pegou uma parte de suas economias, foi até a cidade e comprou algumas latas de tinta. Chegando à sua casa, cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, além de colocar flores nos vasos. Plantou algumas flores próximo à entrada e deu um novo visual àquele lugar largado e abandonado.
Aquela casa limpa e arrumada chamava à atenção de todos que passavam. O jovem sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, era por isso que tinha esse apelido.
Os outros trabalhadores lhe perguntavam:
– Como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos? E ainda usa de seu pouco dinheiro para pintar e consertar uma casa que nem é sua?
O jovem olhou bem para os amigos e disse:
– Bem, este trabalho, hoje é tudo que eu tenho. Ao invés de blasfemar e reclamar, prefiro agradecer por ele.
Quando aceitei este trabalho, sabia de suas limitações. Não é justo que agora que estou aqui, fique reclamando. Farei com capricho e amor aquilo que aceitei fazer. Eu sou responsável pelas minhas escolhas. Não sou obrigado a ficar aqui, mas momentaneamente não tenho outro emprego. Neste quero dar o meu melhor.
Os outros olharam admirados.
“Como ele podia pensar assim?” Afinal, acreditavam ser vítimas das circunstâncias abandonados pelo destino…fadados ao sofrimento, ao maltrato e a uma vida infeliz.
O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou à atenção de Seu João, que passou a observar à distância os passos dele.
Um dia Seu João pensou:
– Alguém que cuida com tanto cuidado e carinho da casa que emprestei, cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda. Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda.
Seu João foi até a casa do rapaz visitá-lo e, após tomar um café bem fresquinho, ofereceu ao jovem um emprego de administrador da fazenda. O rapaz prontamente aceitou. A vida de Zé Alegria mudou drasticamente. Ganhou uma casa muito melhor, com móveis bons, o seu salário triplicou e muitas oportunidades novas surgiram.
Seus amigos agricultores, comentando que ele era um tremendo puxa-saco, pois convidou o patrão carrasco para tomar café, novamente foram perguntar-lhe:
– O que faz algumas pessoas serem bem-sucedidas e outras não?
E ouviram, com atenção, a resposta:
– Em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi muito e o principal é que:
-Não existe realidade, existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. Não posso ficar reclamando de algo que me propus a fazer e colocar nos outros a responsabilidade por meu sucesso ou fracasso. Eu sou responsável pelas minhas escolhas. Se não estou satisfeito com o local onde trabalho e se não posso fazer nada para mudar a situação, por que continuar ali e não buscar novas oportunidades. É muita tolice ficar reclamando e não fazer nada. Se queremos algo bom em nossa vida temos que começar por nós mesmos e não pelos outros. Muitos não conseguem nada porque estão colocando a sua felicidade nas costas de outras pessoas. O nosso patrão não é mau ou bom. Ele nos ofereceu um salário e não nos obrigou a aceitá-lo, então porque ficar azedo com o que nos paga. Se não estamos satisfeitos, podemos mudar. Aprendi que tenho, em todas as circunstâncias, dar o meu melhor. Isto é auto responsabilidade e respeito comigo mesmo.
𝑷𝒆𝒏𝒔𝒆 𝒏𝒊𝒔𝒔𝒐 𝒆 𝒗𝒊𝒗𝒂 𝒎𝒆𝒍𝒉𝒐𝒓!
(𝐀𝐮𝐭𝐨𝐫 𝐝𝐞𝐬𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐢𝐝𝐨 𝐞 𝐚𝐝𝐚𝐩𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐌𝐚𝐫𝐜𝐞𝐥𝐨 𝐑𝐞𝐢𝐬)
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
Rótulos foram feitos para produtos e não para pessoas
Quantos de nós somos rotulados! Recebemos rótulos de todos os tipos, como: gorda(o), feia(o), magra(o), incapaz, infeliz, inútil, louca(o),covarde, culpada(o). Quantos sofrem por serem rotulados, e se tornam pessoas cegas, mudas, surdas e presas. Quando a mulher foi pega em flagrante de adultério, ela deu motivos para ser chamada de ADÚLTERA. Mas Jesus em nenhum momento a rotulou de adúltera, João 8:1-11
A mulher que ungiu os pés de Jesus deu motivos para ser rotulada de A MULHER PECADORA, mas em nenhum momento Jesus a chamou de pecadora. O fariseu ainda pensou que se Jesus fosse profeta ele saberia quem é a mulher que ungi seus pés. Jesus a conhecia, conhecia seu coração e por isso sua adoração foi aceita.
Jesus conhecia muito bem a mulher samaritana, mas em nenhum momento a rotulou de infiel ou prostituta. Pelo contrário essa mulher se tornou uma evangelista, pois anunciou Jesus a todos de sua cidade.
Zaqueu deu motivos para ser rotulado de ladrão, mas em nenhum momento Jesus o rotulou! Jesus disse que Zaqueu era filho de Abraão e que a salvação chegou a sua casa.
Jesus não rotulou ninguém, e hoje nós achamos que temos o direito de rotular porque as pessoas dão motivos.
O que penso sobre os outros ou o que os outros pensam ou falam de mim não importa. O que importa é o que Deus pensa. Os pensamentos de Deus a nosso respeito são de paz e não de mal. Jeremias 29:11
DEUS TE CONHECE, ELE SABE CADA DETALHE DO SEU VIVER.
Você é filho, é amado, é especial, é justificado, absolvido! Quando Deus finalizou a criação, ele disse que era MUITO BOM! TODA A CRIAÇÃO DE DEUS É MUITO BOM! ENTENDE? Rótulos foram feitos para produtos e não para pessoas. Pense nisso!
#naorotuleninguem
#nãodeixequeterotulem

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
Eu preciso de Ti
Eu preciso tanto de Ti, Senhor! Nós precisamos tanto de Ti, como prosseguiremos sem ti.
Quantas vezes abalados ficamos, quantas vezes desesperados estamos, confusos, com medo Senhor.
Mas o Senhor vem com palavras de amor e anima o nosso coração. Obrigada Senhor pelo teu amor, pela tua voz, por tua palavra. Aonde iremos se só Tu tens palavras de vida. A quem iremos ou para quem abriremos o nosso coração? Senão só para ti Deus. Tu és o nosso Pai, nosso melhor amigo e sabemos que em ti podemos confiar, pois Tu és fiel Senhor.
Quantas vezes abalados ficamos, quantas vezes desesperados estamos, confusos, com medo Senhor.
Mas o Senhor vem com palavras de amor e anima o nosso coração. Obrigada Senhor pelo teu amor, pela tua voz, por tua palavra. Aonde iremos se só Tu tens palavras de vida. A quem iremos ou para quem abriremos o nosso coração? Senão só para ti Deus. Tu és o nosso Pai, nosso melhor amigo e sabemos que em ti podemos confiar, pois Tu és fiel Senhor.
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
Promessas
A mentalidade medíocre nos leva a pensar que estamos distantes das promessas e nos faz acreditar que só resta as migalhas. Oremos para que Deus através da sua palavra transforme nossa maneira de pensar e nos leva a sentar a mesa onde é o lugar dos filhos e experimentar tudo o que Ele tem para nós.
O povo de Israel saiu do Egito com a mentalidade de escravos e quando Deus se revelou no deserto muitos não souberam aproveitar ou se deliciar com sua manifestação. Muitos se acostumaram com a realidade que vivem, e não buscam a realidade de Deus. Cantamos incomparáveis são suas promessas, mas vemos elas distantes de nós.
Deus deu a promessa para Abraão e Sara riu da promessa. A promessa se cumpriu não por causa de Abraão e Sara, mas porque Aquele que deu a promessa é Fiel para cumprir.
quinta-feira, 7 de junho de 2018
A RELIGIOSIDADE
A religiosidade tira o melhor das pessoas, ela suga as energias, anula. A religiosidade oprime, traz cansaço, culpa e condenação.
"A religiosidade faz com que os pássaros pensem que voar é pecado."
A religiosidade traz insegurança e não segurança
A religiosidade não nos leva ter relacionamento com Deus, mas a viver uma vida de aparência.Traz incertezas e não certezas. Cria em nós um monstro chamado medo que nos domina. A religiosidade faz com a gente se esfrie, pois não há paixão, não há o amor. É como se fosse algo mecânico, faço por fazer, ou porque se tornou costume, não coloca o coração. Quem se lembra do Homem de Lata do Mágico de Oz? Ele não tinha coração! As vezes nós falta coração, falta colocar o coração naquilo que fazemos para Deus, de sentir prazer, alegria e satisfação. A religiosidade nos transforma em robôs, homens e mulheres de lata. A religiosidade nos faz pensar que estamos vivos, mas na realidade estamos mortos” (Apocalipse 3:1). A religiosidade não nos aproxima de Deus, mas nos afasta. Não buscamos a Deus para conhecê-lo e sim para obter o que tem em suas mãos. Não buscamos a sua face e sim suas mãos. Não queremos conhecer seu coração e sim suas bênçãos.A religiosidade nos faz perder o primeiro amor “Contra você, porém, tenho visto isto: você abandonou o seu primeiro amor.” Deus nos guia a voltar a esse primeiro amor “Lembre-se de onde caiu. Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio”. (Apocalipse 2:4-5). Religiosidade nos faz ver o erro no outro, mas nos impede de enxergar os nossos próprios erros.
A religiosidade é um aquário que nos separa do oceano da GRAÇA DE DEUS.
O Homem de Lata desejava ter um coração e no final ele entendeu que tinha um coração, mas não sabia. Estava tão acostumado ser de lata que acreditou durante anos que não tinha um coração.
Nós temos um coração, mas do que é feito? As vezes é feito de pedra porque a religiosidade endurece o coração, mas o Senhor nos dá um coração de carne. Eu lhes darei um coração novo e porei em vocês um espírito novo. Tirarei de vocês o coração de pedra, desobediente, e lhes darei um coração bondoso, obediente. Porei o meu Espírito dentro de vocês e farei com que obedeçam às minhas leis e cumpram todos os mandamentos que lhes dei (Ezequiel 36:26-27).
Diga Não a Religiosidade
Diga Sim a Intimidade com Deus
"A religiosidade faz com que os pássaros pensem que voar é pecado."
A religiosidade traz insegurança e não segurança
A religiosidade não nos leva ter relacionamento com Deus, mas a viver uma vida de aparência.Traz incertezas e não certezas. Cria em nós um monstro chamado medo que nos domina. A religiosidade faz com a gente se esfrie, pois não há paixão, não há o amor. É como se fosse algo mecânico, faço por fazer, ou porque se tornou costume, não coloca o coração. Quem se lembra do Homem de Lata do Mágico de Oz? Ele não tinha coração! As vezes nós falta coração, falta colocar o coração naquilo que fazemos para Deus, de sentir prazer, alegria e satisfação. A religiosidade nos transforma em robôs, homens e mulheres de lata. A religiosidade nos faz pensar que estamos vivos, mas na realidade estamos mortos” (Apocalipse 3:1). A religiosidade não nos aproxima de Deus, mas nos afasta. Não buscamos a Deus para conhecê-lo e sim para obter o que tem em suas mãos. Não buscamos a sua face e sim suas mãos. Não queremos conhecer seu coração e sim suas bênçãos.A religiosidade nos faz perder o primeiro amor “Contra você, porém, tenho visto isto: você abandonou o seu primeiro amor.” Deus nos guia a voltar a esse primeiro amor “Lembre-se de onde caiu. Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio”. (Apocalipse 2:4-5). Religiosidade nos faz ver o erro no outro, mas nos impede de enxergar os nossos próprios erros.
A religiosidade é um aquário que nos separa do oceano da GRAÇA DE DEUS.
O Homem de Lata desejava ter um coração e no final ele entendeu que tinha um coração, mas não sabia. Estava tão acostumado ser de lata que acreditou durante anos que não tinha um coração.
Nós temos um coração, mas do que é feito? As vezes é feito de pedra porque a religiosidade endurece o coração, mas o Senhor nos dá um coração de carne. Eu lhes darei um coração novo e porei em vocês um espírito novo. Tirarei de vocês o coração de pedra, desobediente, e lhes darei um coração bondoso, obediente. Porei o meu Espírito dentro de vocês e farei com que obedeçam às minhas leis e cumpram todos os mandamentos que lhes dei (Ezequiel 36:26-27).
Diga Não a Religiosidade
Diga Sim a Intimidade com Deus
sexta-feira, 25 de maio de 2018
Atitude de liberdade e Adoração
A liberdade não se resume em fazer estripulias em um culto! Vou colocar
algumas referências sobre ter atitude de liberdade e adoração. Uma das
referências é sobre Maria irmã de Marta e
Lázaro. São três ocasiões diferentes, porém com a mesma atitude. Lucas
10:38-42 Maria escolheu a melhor parte, que é estar aos pés de Jesus e
ouvi-lo. João 11:29-35 Maria se lançou aos pés de Jesus num momento de
dor e Jesus a compreendeu! João 12:1-8 Novamente Maria aos pés de Jesus,
aqui ela estava com o seu coração cheio de gratidão, ela queria dar o
seu melhor! Quando o nosso coração está disposto e aberto para adorar em
espírito e em verdade, não importa a atitude que teremos no momento se
estamos sendo levados pelo o Espírito Santo. Se quiser correr, pular
faça! O que não podemos, é julgar quem não faz o mesmo que a gente. A
adoração começa de dentro pra fora, não de fora pra dentro! A adoração
extravagante é aquela que nasce no coração! Em Joel 2:13a diz Rasgai o
vosso coração, não as vossas vestes! Maria poderia ungir os pés de Jesus
umas 20 vezes, mas se em seu coração não tivesse inclinado para o
fazer, creio que não seria aceito! Deus não está preocupado com que
fazemos exteriormente, e sim preocupado de como está o nosso coração!
Deus abençoe!!!
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